Raio X do futebol colombiano

  • O Jogo

O futebol sul-americano é repleto de história e competitividade. Se por um lado Brasil e Argentina são as duas grandes potencias do continente, seguido do Uruguai, há um reconhecido crescimento no futebol do continente como um todo. Por isso, o Leitura de Jogo está lançando a série “O Raio X do futebol sul-americano”, com um post específico para cada um dos países “hermanos”.

O país selecionado para abrir a nossa série foi a Colômbia. Um país que, mesmo com todas suas batalhas internas contra o terrorismo e o narcotráfico, criou uma bela história no futebol e já tem o respeito de todo o continente.

Clubes como Atlético Nacional, América de Cali, Millonarios são apenas alguns dos tradicionais clubes do país. Alguns dos grandes nomes do futebol mundial também são oriundos deste país como o folclórico goleiro René Higuita, ou o inesquecível meia Valderrama (e sua vasta cabeleira).

Venha conhecer um pouco mais sobre o futebol da Colômbia.

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História do futebol da Colômbia

No início do século XX, o futebol chegou a Colômbia trazido pelos ingleses na bagagem, literalmente: uma bola e o regulamento oficial do futebol. E o primeiro jogo de futebol celebrado no país foi uma partida entre membros das colônias inglesa e alemã, que aconteceu em Barranquilla. 

A partir de 1908 começaram as primeiras partidas organizadas na cidade de Barranquilla e em 1917 foi criado o primeiro Comitê de Futebol do país. Em 1924 foi criada a Liga do Atlântico, estado do qual Barranquilla é a capital. Mais adiante, em 1936, e já com a participação de clubes das cidades de Medellín, Manizales, Cali, Bucaramanga e Bogotá, esta federação seria reconhecida pela FIFA como associação oficial do futebol colombiano, já com o nome de Adefutbol

Em 1948, o futebol colombiano se profissionalizou e já contava com 10 clubes. Apenas 3 anos depois, em 1951, já eram 18 os clubes profissionais no país. De 1948 até 1967, o campeonato foi disputado no sistema todos contra todos e o clube com mais pontos era declarado campeão. 

Em 1962, a Colômbia disputava a sua primeira copa do mundo e sua participação foi marcante. A Colômbia marcou aquele que até hoje é o único gol olímpico da historia das Copas, no grande jogo URSS 4 x 4 Colômbia. A seleção da Colômbia voltaria a disputar as copas de 1990, 1994, 1998, 2014 e 2018. 

Federações e Entidades do futebol colombiano

São três as entidades que dirigem de forma geral o futebol colombiano: a Federação Colombiana de Futebol, a Dimayor e a Difutbol. 

Federação Colombiana 

É a entidade máxima do futebol colombiano. E tem como subordinadas duas entidades, a Dimayor e a Difutbol. A Federação colombiana também administra a seleção colombiana de futebol, masculino e feminino.
Site da Federação Colombiana de Futebol

División Mayor del Fútbol ColombianoDimayor

A Dimayor é a entidade que administra e regulamenta as principais competições de futebol profissional do país. As competições dirigidas e organizadas pela Dimayor são: Primeira A, Primeira B, a Copa Colômbia, a Superliga da Colômbia e a Liga feminina.
Site da Dimayor

División Aficionada del Fútbol ColombianoDifutbol

A Difutbol esta abaixo da Federação colombiana de futebol e é a entidade responsável pela organização dos torneios e competições não-profissionais do país. Organiza todas as competições como sub-15, sub-17, sub-20, U-21, futebol de salão e futebol de praia, categorias masculino e feminino.
Site da Difutbol


Times da Colômbia

Primeira Divisão (20 clubes)

Alianza Petrolera 

Cidade: Barrancabermeja (Santander)
Estádio: Daniel Villa Zapata 
Capacidade: 8.000 
Títulos da 1ª Divisão: nenhum  
Participações em Copa Libertadores: nenhuma.

América de Cali

Cidade: Cali (Valle del Cauca)
Estádio: Pascual Guerrero
Capacidade: 42.200 
Títulos da 1ª Divisão: 14 (1979, 1982, 1983, 1984, 1985, 1986, 1990, 1992, 1997-I, 2000-II, 2001, 2002-I, 2008-II, 2019-II)
Participações em Copa Libertadores: 20 (1970, 1980, 1983, 1984, 1985, 1986, 1987, 1988, 1991, 1992, 1993, 1996, 1998, 2000, 2001, 2002, 2003, 2005, 2009, 2020) 

Atlético Bucaramanga

Cidade: Bucaramanga (Santander)
Estádio: Alfonso Lopez 
Capacidade: 25.000 
Títulos da 1ª Divisão:  nenhum 
Participações em Copa Libertadores: 1 (1998)

Atlético Nacional

Cidade: Medellín (Antioquia)
Estádio: Atanasio Girardot
Capacidade: 48.700
Títulos da 1ª Divisão: 16 (1954, 1973, 1976, 1981, 1991, 1994, 1999, 2005, 2007-I, 2007-II, 2011, 2013-I, 2013-II, 2014-I, 2015-II, 2017-I)
Participações em Copa Libertadores: 21 (1972, 1974, 1975, 1977, 1982, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993, 1995, 2000, 2006, 2008, 2012, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019)

Boyacá Chicó

Cidade: Tunja (Boyacá)
Estádio: La Independencia 
Capacidade: 8.500
Títulos da 1ª Divisão: 1 (2008-I)  
Participações em Copa Libertadores: 2 (2008 e 2009)

Cúcuta Deportivo

Cidade: Cúcuta (Norte de Santander)
Estádio: General Santander 
Capacidade: 46.500
Títulos da 1ª Divisão: 1 (2006-II) 
Participações em Copa Libertadores: 2 (2007 e 2008

Deportes Tolima

Cidade: Ibagué (Tolima)
Estádio: Manuel Murillo Toro
Capacidade: 31.000 
Títulos da 1ª Divisão: 2 (2003 e 2018) 
Participações em Copa Libertadores: 8 (1982, 1983, 2004, 2007, 2011, 2013, 2019, 2020)

Deportivo Cali

Cidade: Cali (Valle del Cauca)
Estadio: Deportivo Cali 
Capacidade: 55.000 
Títulos da 1ª Divisão: 9 (1965, 1967, 1969, 1970, 1974, 1996, 1998, 2005-II, 2015-I)
Participações em Copa Libertadores: 20 (1968, 1969, 1970, 1971, 1973, 1975, 1977, 1978, 1979, 1981, 1986, 1987, 1997, 1999, 2001, 2003, 2004, 2006, 2014, 2016)

Deportivo Pasto

Cidade: Pasto (Nariño)
Estádio: Departamental Libertad  
Capacidade: 20.700 
Títulos da 1a Divisão: 2 ((2002-II, 2012-I)  
Participações em Copa Libertadores: 1 (2007)

Deportivo Pereira

Cidade: Pereira (Risaralda)
Estadio: Hernán Ramírez Villegas 
Capacidade: 30.000
Títulos da 1ª Divisão: nenhum
Participações em Copa Libertadores: nenhuma. 

Envigado

Cidade: Envigado (Antioquia)
Estádio: Polideportivo Sur 
Capacidade: 14.000
Títulos da 1ª Divisão: nenhum 
Participações em Copa Libertadores: nenhuma.

Independiente Medellín

Cidade: Medellín (Antioquia)
Estádio: Atanasio Girardot 
Capacidade: 48.700
Títulos da 1ª Divisão: 6 (1955, 1957, 2002-II, 2004-I, 2009-II e 2016-I)
Participações em Copa Libertadores: 9 (1967, 1994, 2003, 2005, 2009, 2010, 2017, 2019, 2020)

Jaguares

Cidade: Monteria (Córdoba)
Estádio: Jaraguay 
Capacidade: 12.000
Títulos da 1ª Divisão: nenhum   
Participações em Copa Libertadores: nenhuma. 

Junior Barranquilla

Cidade: Barranquilla (Atlántico)
Estádio: Metropolitano Roberto Meléndez
Capacidade: 50.000
Títulos da 1ª Divisão: 9 (1977, 1980, 1993, 1995, 2004–II, 2010–I, 2011–II, 2018–II, 2019–I)
Participações em Copa Libertadores: 16 (1971, 1978, 1981, 1984, 1994, 1996, 2000, 2001, 2005, 2010, 2011, 2012, 2017, 2018, 2019, 2020)

La Equidad

Cidade: Bogotá (Cundinamarca)
Estádio: Metropolitano de Techo
Capacidade: 10.000
Títulos da 1ª Divisão: nenhum   
Participações em Copa Libertadores: nenhuma. 

Millonarios

Cidade: Bogotá (Cundinamarca)
Estádio: Nemesio Camacho El Campín 
Capacidade: 40.000  
Títulos da 1a Divisão:  15 (1949, 1951, 1952, 1953, 1959, 1961, 1962, 1963, 1964, 1972, 1978, 1987,1988, 2012-ll e 2017-II)
Participações em Copa Libertadores: 17 (1960, 1962, 1963, 1964, 1968, 1973, 1974, 1976, 1979, 1985, 1988, 1989, 1995, 1997, 2013, 2017, 2018)

Once Caldas

Cidade: Manizales (Caldas)
Estádio: Palogrande 
Capacidade: 43.600
Títulos da 1ª Divisão: 4 (1950, 2003, 2009, 2010) 
Participações em Copa Libertadores: 8 (1999, 2002, 2004, 2005, 2010, 2011, 2012, 2015) 

Patriotas

Cidade: Tunja (Boyacá)
Estádio: La Independencia
Capacidade: 20.600
Títulos da 1ª Divisão:   nenhum 
Participações em Copa Libertadores: nenhuma.

Rionegro Águilas

Cidade: Rionegro (Antioquia)
Estádio: Alberto Grisales 
Capacidade: 14.000
Títulos da 1a Divisão: nenhum  
Participações em Copa Libertadores: nenhuma. 

Santa Fe

Cidade: Bogotá (Cundinamarca)
Estádio: Nemesio Camacho El Campín 
Capacidade: 40.000  
Títulos da 1a Divisão:  9 (1948, 1958, 1960, 1966, 1971, 1975, 2012, 2014 e 2016)
Participações em Copa Libertadores: 12 (1961, 1967, 1972, 1976, 1980, 2006, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018) 


Segunda Divisão (16 clubes)

Atlético F. C.
Cidade: Cali
Estadio: Pascual Guerrero
Capacidade: 35.400
Títulos da 1ª Divisão: nenhum  
Participações em Copa Libertadores: nenhuma.

Atlético Huila
Cidade: Neiva
Estádio: Guillermo Plazas Alcid
Capacidade: 5.000
Títulos da 1ª Divisão: nenhum  
Participações em Copa Libertadores: nenhuma.

Barranquilla F. C.
Cidade: Barranquilla
Estadio: Romelio Martinez
Capacidade: 10.000
Títulos da 1ª Divisão: nenhum  
Participações em Copa Libertadores: nenhuma.

Boca Juniors de Cali
Cidade:
Cali
Estadio: Pascual Guerrero
Capacidade: 35.400
Títulos da 1ª Divisão: nenhum  
Participações em Copa Libertadores: nenhuma.

Bogotá F. C.
Cidade: Bogotá
Estádio: Metropolitano de Techo
Capacidade: 10.000
Títulos da 1ª Divisão: nenhum  
Participações em Copa Libertadores: nenhuma.

Cortuluá
Cidade: Tuluá
Estádio: Doce de Octubre
Capacidade: 16.000
Títulos da 1ª Divisão: nenhum  
Participações em Copa Libertadores: 1 (2002).

Deportes Quindío
Cidade: Arménia
Estádio: Centenário de Armenia
Capacidade: 20.710
Títulos da 1ª Divisão: 1 (1956) 
Participações em Copa Libertadores: nenhuma.

Fortaleza
Cidade: Cota
Estádio:
Municipal de Cota
Capacidade:
3.000
Títulos da 1
ª Divisão: : nenhum  
Participações em Copa Libertadores:
nenhuma.

Leones
Cidade:
Itagüi
Estádio:
Metropolitano Ciudad de Itagüí
Capacidade:
12.000
Títulos da
1ª Divisão: nenhum  
Participações em Copa Libertadores:
nenhuma.

Llaneros
Cidade: Tunja
Estádio:
La Independencia
Capacidade:
20.630
Títulos da
1ª Divisão: nenhum 
Participações em Copa Libertadores:
nenhuma.

Orsomarso
Cidade: Palmira
Estádio:
Francisco Rivera Escobar
Capacidade:
14.500
Títulos da
1ª Divisão: nenhum  
Participações em Copa Libertadores:
nenhuma.

Real Cartagena
Cidade: Magangué
Estadio:
Diego de Carvajal
Capacidade:
8.000
Títulos da 1a Divisão:
nenhum  
Participações em Copa Libertadores:
nenhuma.

Real San Andrés
Cidade: San Andrés
Estádio:
Erwin O’Neil
Capacidade:
5.000
Títulos da
1ª Divisão: nenhum  
Participações em Copa Libertadores:
nenhuma.

Tigres F. C.
Cidade: Bogotá
Estádio:
Metropolitano de Techo
Capacidade:
10.000
Títulos da 1a Divisão:
nenhum  
Participações em Copa Libertadores:
nenhuma.

Unión Magdalena
Cidade: Santa Marta
Estádio:
Sierra Nevada
Capacidade:
16.120
Títulos da
1ª Divisão: 1 (1968) 
Participações em Copa Libertadores:
1 (1969)

Valledupar F. C.
Cidade: Valledupar
Estádio:
Armando Maestre Pavajeau
Capacidade: 14.000
Títulos da 1a Divisão:
nenhum  
Participações em Copa Libertadores:
nenhuma.


Títulos internacionais dos clubes colombianos

Com 3 títulos da Copa Libertadores, a Colômbia já deixou sua marca no continente. Tem ainda um titulo da Copa Sul-Americana e 1 Recopa. Conheça os campeões:


Fórmula e Regulamento do Campeonato Colombiano (Primeira A) 

São disputados dois torneios por ano, o Apertura e o Clausura. Ambos torneios tem o mesmo sistema de disputa, embora excepcionalmente em 2020 terão mudanças em virtude da Copa América, sediada pela Colômbia. 

Na primeira fase, as 20 equipes jogam entre si, no sistema todos contra todos em turno único, com uma rodada extra composta apenas de clássicos. Ou seja, são no total, 20 rodadas. Os 8 melhores classificam-se para os quadrangulares finais. As 8 equipes classificadas são dividas em 2 grupos de 4 equipes cada um. As equipes que ficaram em 1º e 2º lugar na primeira fase serão os cabeça de chave e as demais equipes são divididas por sorteio. As equipes se enfrentam dentro dos grupos, em jogos de ida e volta e apenas o 1º colocado avança para a final. As finais são disputadas em dois jogos, de ida e volta. 

Excepcionalmente em 2020, o Apertura tem uma mudança: apenas os 4 primeiros avançam para a fase final, que terá semifinal e final em jogos de ida e volta. Mesmo com o cancelamento da Copa América, devido ao Coronavírus, ainda não há informações sobre mudanças neste calendário. 

Rebaixamento

O sistema de rebaixamento utiliza a média de pontos dos últimos 3 anos. As duas equipes com as piores médias são rebaixadas para Primeira B no ano seguinte. 

Critérios de desempate

A primeira fase tem os seguintes critérios de desempate: 

1. Saldo de gols
2. Maior número de gols marcados
3. Maior número de gols marcados fora de casa
4. Menor número de gols sofridos como mandante
5. Sorteio

Vagas para a Copa Libertadores da América 

A Colômbia tem 4 vagas para a Copa Libertadores da América, sendo 2 vagas diretas e 2 na fase de Pré-Libertadores. 

Vaga direta: os campeões nacionais, apertura e clausura tem vaga direta na fase de grupos da Libertadores. Caso a mesma equipe vença os dois torneios, a vaga direta vai para a equipe com a melhor soma de pontos nos dois torneios. 

Vaga Pré-Libertadores: as duas vagas da pré-libertadores, são da equipe que somar mais pontos no clausura e apertura e para o campeão da Copa da Colômbia. 

Vagas para a Copa Sul-americana 

A Colômbia tem 4 vagas diretas na primeira fase da competição. Estas vagas vão para os melhores colocados na soma dos torneios apertura e clausura, e que não hão classificado para a Copa Libertadores. 


Maiores campeões da Colômbia 

Os maiores campeões da Colômbia são o Atlético Nacional de Medellín, com 16 títulos, seguido do Millonarios, com 15 e do América de Cali, com 13 conquistas no total. Segue a lista completa:

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Seleção Colômbia 

A seleção da Colômbia jogou seu primeiro jogo em 1938 a seleção do México e perdeu pelo placar de 3 x 1. No entanto, é uma seleção que vem evoluindo ano após a ano e já contou com boas participações em copas do mundo, especialmente a de 2014, no Brasil, onde chegou até as quartas-de-final, perdendo justamente para o Brasil, país sede.

Na Copa América, conquistou o título em 2001 e foi vice em 1975. Tem ainda três terceiros lugares, em 1987, 1993 e 1995.

Posição no Ranking da Conmebol e da FIFA: 10
(atualizado a 20/02/20) 

Melhores seleções Colômbia da história 

Geração 1990-1994 

A geração de Valderrama, Leonel Alvarez e Freddy Rincón levou a Colômbia para disputar 2 copas do mundo. Em 1990, caiu diante de Camarões, na famosa falha de René Higuita, que tentou driblar Roger Milla, fora da área. Em 1994, no entanto, não fez boa campanha e terminou eliminada ainda na primeira fase. 

1990: Rene Higuita, Andrés Escobar, Gildardo Gomez, Luis Herrera e Luis Carlos Perea; Gabriel Gomez, Carlos Valderrama, Leonel Alvarez, Luis Fajardo, Carlos Estrada e Freddy Rincón. 

1994: Óscar Córdoba, Andrés Escobar, Luis Fernando Herrera, Luis Carlos Perea e Wilson Pérez, Gabriel Jaime Gómez, Carlos Valderrama, Leonel Álvarez, Freddy Rincón, Adolfo Valencia e Faustino Asprilla. 

Seleção 2001 

Uma das melhores seleções da Colômbia de todos os tempos foi a de 2001, que conquistou para o país o seu único título de Copa América. 

2001: Óscar Córdoba, Iván López, Iván Córdoba, Yepes Mario, Gerardo Bedoya; Juan Carlos Ramirez, Freddy Grisales, Fabian Vargas, Giovanny Hernandez, Victor Aristizabal y Elkin Murillo. 

Geração 2014-2018 

A seleção da era 2014 a 2018 também entra na lista, por ter alcançado a posição número 5 no ranking mundial da FIFA em 2014. A seleção em 2014 teve a melhor participação na história dos mundiais, chegando até quartas de final, com 4 vitórias consecutivas, mas acabou caindo diante do Brasil. Em 2018, acabou eliminada nas oitavas de final ao perder nos pênaltis para a Inglaterra, após empate em 1 x 1. 

2014: Ospina; Zuñiga, Cristian Zapata, Yepes e Armero; Guarín, Carlos Sánchez, Cuadrado (Quintero) e Ibarbo (Adrián Ramos); James Rodríguez e Téo Gutiérrez (Bacca)

2018: Ospina; Arias (Zapata), Mina, Davinson Sánchez e Mojica; Barrios, Carlos Sanchez (Uribe) e Lerma (Bacca); Cuadrado, Quintero (Muriel) e Falcao

Todos os gols da seleção Colômbia na história das Copas do Mundo

A Colômbia marcou 20 gols em 6 participações em Copa do Mundo. James Rodriguez, com 6 gols, é o maior goleador em Copas da história da seleção, e o segundo é o zagueiro Yerry Mina (isso mesmo, o zagueiro ex-Palmeiras) que marcou 3 vezes.

Segue a lista de todos os gols marcados em Copas pela seleção colombiana:

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Jogadores colombianos históricos 

Rene Higuita 

Posição: Goleiro
Revelado: Millonarios 
Clubes da Colômbia onde jogou: Millonários, Atlético Nacional, Independiente Medellín, Real Cartagena, Junior de Barranquilla, Deportivo Pereira, Bajo Cauca e Rionegro. 

Carlos Valderrama

Posição: Meia
Revelado: Unión Magdalena
Clubes da Colômbia onde jogou: Unión Magdalena, Millonarios, Deportivo Cali, Independiente Medellín e Junior de Barranquilla.

James Rodriguez 

Posição: Meia
Revelado: Envigado 
Clubes da Colômbia onde jogou: Envigado

Fredy Rincon

Posição: volante 
Revelado: Atlético Buenaventura 
Clubes da Colômbia onde jogou: Atlético Buenaventura, Tolima, Independiente Medellín y América de Cali

Faustino Asprilla

Posição: Atacante
Revelado: Cúcuta Deportivo 
Clubes da Colômbia onde jogou: Cúcuta Deportivo e Atlético Nacional

Radamel Falcao 

Posição: Atacante 
Revelado: Millonarios 
Clubes da Colômbia onde jogou: não atuou profissionalmente por nenhum clube colombiano.

Estrangeiros que jogaram e se destacaram na Colômbia 

Alfredo Di Stefano (Argentina)

Um dos maiores jogadores que pisou em gramados colombianos, o argentino Di Stéfano fez parte do famoso “ballet azul” de Millonarios e marcou história jogando 101 jogos e marcando 90 gols. 

Ricardo Gareca (Argentina)

O grande atacante argentino jogou no América de Cali em 1985, 1986 e 1987 e foi três vezes seguidas vice-campeão da Libertadores. Marcou 53 gols com a camisa do América. 

Juan Manuel Battaglia (Paraguai)

O meia Battaglia jogou pelo América de Cali de 1979 a 1988 e marcou 94 gols com o time de Cali. Conquistou 5 títulos nacionais pelo América e foi 3 vezes vice campeão da Libertadores. Depois ainda atuaria pelo Deportivo Pereira.  

Juan Ramón Verón (Argentina)

O pai do craque argentino Juan Sebastián Verón, jogou pelo Junior de Barranquilla em 1976 e 1977. Depois, jogou pelo Cúcuta Deportivo em 1978 e 1979. Foi campeão colombiano em 1977, pelo Junior de Barranquilla. 

Dragoslav Sekularac (Iugoslávia)

Conhecido como o “Pelé branco”, o iugoslavo que foi destaque nas Copas de 1958 e 1962 rodou vários clubes colombianos, entre 1969 e 1974. Jogou pelo Santa Fé, Atlético Bucaramanga, Millonários e América de Cali. 

Dida (Brasil)

Dida foi o meia que perdeu a posição para Pelé em 1958. Um dos maiores artilheiros da história do Flamengo encerrou a carreira jogando pelo Junior, de Barranquilla. 

Garrincha (Brasil)

Está bem que foi apenas uma partida, mas precisa do registro. Garrincha jogou pelo Junior de Barranquilla. O jogador havia assinado um acordo de  U$ 600 dólares por partida com o clube barranquillero, mas acabou jogando apenas um jogo, na derrota do Junior diante do Santa Fé, por 3 x 2. 

Jogadores colombianos que se destacaram no Brasil

Freddy Rincón (Corinthians / Palmeiras)

O zagueiro Freddy Rincón conseguiu conquistar o coração de corintianos e palmeirenses. Conquistou títulos importantes nos dois clubes, com o título Paulista e do Brasileiro, em 1994, pelo Palmeiras e dois Campeonatos Brasileiros (1998 e 1999) e um Mundial (2000), pelo Corinthians.

Aristizabal (São Paulo / Cruzeiro)

O atacante Aristizábal jogou em vários clubes no Brasil: São Paulo, Santos, Vitória, Cruzeiro e Coritiba. Mas se destacou principalmente com as camisas do São Paulo, entre 1996 e 1997 e Cruzeiro, onde virou ídolo conquistando a tríplice coroa (Campeonato Brasileiro, Mineiro e Copa do Brasil), em 2003. Foi muito bem no Vitória também, mas jogou pouco tempo no clube baiano. Se aposentou dos gramados, em 2007.

Faustino Asprilla (Palmeiras)

Faustino Asprilla foi ídolo do Palmeiras. Foi campeão do torneio Rio São Paulo e da Copa dos Campeões, em 2000, além de ser vice da Libertadores do mesmo ano. Também jogou no Fluminense, entre 2000 e 2001 e já se aposentou dos gramados.

Yerry Mina (Palmeiras)

O zagueiro Yerry Mina teve grande passagem pelo Palmeiras, a ponto de chamar a atenção do Barcelona e ser negociado com o clube catalão. O zagueiro foi um dos destaques do alvi-verde paulista no título brasileiro de 2016.

Renteria (Internacional)

O folclórico atacante Rentería caiu nas graças da torcida do Internacional, pelos seus gols e irreverência. Foi vice-campeão brasileiro, em 2005 e teve participação importante no título da Libertadores de 2006. No Brasil, também vestiu as camisas do Atlético Mineiro e do Santos.