A Copa Libertadores da América, ou como também é conhecida, Taça Libertadores da América, é a competição mais importante do futebol sul americano. Tem para o nosso continente a mesma relevância que a Champions League para os europeus. O nome é uma homenagem aos libertadores dos países da América do Sul: Simon Bolívar, José de San Martin, Jose Bonifácio de Andrada e Silva, Don Pedro I, Antonio José de Sucre, Jose Artigas e Bernardo O’Higgins.

O Leitura de Jogo convida você para conhecer como funciona a Copa Libertadores da América. O regulamento, os critérios de vagas por país, além de conhecer um pouco da história da Libertadores, todos os campeões e os vice-campeões, relembrar times e finais inesquecíveis e curiosidades da competição.

História da Copa Libertadores da América

A história da Copa Libertadores da América começa em 1960 e inicialmente a competição era exclusiva para os campeões nacionais de cada país. Por tal razão, era chamada de Copa dos Campeões da América. O Bahia, campeão da Taça Brasil de 1959, foi o primeiro clube brasileiro a disputar o torneio, que foi vencido pelo Peñarol. As demais equipes participantes foram o Jorge Wilstermann da Bolívia, Millonarios da Colômbia, Olímpia do Paraguai, San Lorenzo da Argentina e a Universidad do Chile.

Em 1961 o Peñarol voltou a vencer a competição. A mesma, porém, não despertava o interesse esperado no continente, até que o Santos de Pelé em 1963 venceu o torneio e encantou o mundo. A partir de então, cresceu o interesse na competição que se tornaria a mais importante do futebol latino.

A partir de 1965, a Copa dos Campeões da América foi renomeada para Taça Libertadores da América. Dessa forma, a partir de 1966, também os vice-campeões nacionais podiam disputar a competição.

Até o título do Olímpia em 1979, houve predomínio absoluto dos argentinos. É verdade que o Santos de Pelé levou 2 canecos e o Cruzeiro em 1976 ganhou um também. Mas os argentinos ganharam no mesmo período 12 troféus – 6 deles do Independiente – e os uruguaios conquistaram 4, sendo 3 do Peñarol e 1 do Nacional.

Na década de 1980 em diante a concentração de títulos argentinos já não era tão presente e o Nacional da Colômbia foi o primeiro campeão fora de Argentina, Brasil, Uruguai ou Paraguai. Façanha que seria repetida em 1991 pelo Colo Colo do Chile e depois somente em 2004 pelo surpreendente Once Caldas, também da Colômbia e em 2008 pela LDU de Quito, único campeão da América da história do futebol equatoriano.

Até hoje, nenhum clube boliviano, peruano ou venezuelano venceu a Copa Libertadores da América. Universitário em 1972 e Sporting Cristal em 1997, ambos peruanos, chegaram ao vice-campeonato.

Entre 1998 e 2016, clubes mexicanos participaram da competição, chegando inclusive a 3 finais, ficando sempre com o vice-campeonato. Os mexicanos vice-campeões da América foram o Cruz Azul em 2001, o Chivas Guadalajara em 2010 e o Tigres em 2015.

Em 2018, uma final histórica entre Boca Juniors x River Plate terminaria em confusão. Torcedores do River Plate apedrejaram o ônibus do Boca Juniors na chegada ao Monumental de Nuñez e a segunda partida da final terminou cancelada e disputada no Santiago Bernabeu, em Madrid, na Espanha.

A partir de 2019, a final da Copa Libertadores passará a ser disputada em jogo único, em sede definida previamente a realização do torneio. O Estádio Nacional em Santiago, no Chile, será a primeira a sediar a decisão no formato de jogo único.

Todos os campeões da Libertadores

Os clubes argentinos puxam a fila dos maiores campeões da Libertadores, dominando principalmente os primeiros 30 anos de disputa.

7 títulos

Independiente – 1964, 1965, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1984

6 títulos

Boca Juniors – 1977, 1978, 2000, 2001, 2003 e 2007

5 títulos

Peñarol – 1960, 1961, 1966, 1982 e 1987

4 títulos

Estudiantes – 1968, 1969, 1970 e 2009
River Plate – 1986, 1996, 2015 e 2018

3 títulos

Grêmio – 1983, 1995 e 2017
Nacional – 1971, 1980 e 1988
Olímpia – 1979, 1990 e 2002
Santos – 1962 , 1963 e 2011
São Paulo – 1992, 1993 e 2005

2 títulos

Atlético Nacional – 1989 e 2016
Cruzeiro – 1976 e 1997
Internacional – 2006 e 2010

1 título

Palmeiras – 1999
Colo-Colo – 1991
Racing – 1967
Flamengo – 1981
Argentinos Juniors – 1985
Vélez Sarsfield – 1994
Vasco – 1998
Once Caldas – 2004
LDU – 2008
Corinthians – 2012
Atlético Mineiro – 2013
San Lorenzo – 2014

Abaixo a lista, ano a ano, de todos os campeões e vice-campeões da Copa Libertadores da América:

AnoCampeãoVice-campeão
2018River Plate Boca Juniors
2017Grêmio Lanús-ARG
2016Atlético Nacional-COL Independiente Del Valle-EQU
2015River Plate Tigres-MEX
2014San Lorenzo Nacional-PAR
2013Atlético-MG Olimpia
2012Corinthians  Boca Juniors
2011Santos Peñarol
2010Internacional Chivas-MEX
2009Estudiantes Cruzeiro
2008LDU de Quito Fluminense
2007Boca Juniors Grêmio
2006Internacional São Paulo
2005São Paulo Atlético Paranaense
2004Once Caldas Boca Juniors
2003Boca Juniors Santos
2002Olímpia São Caetano
2001Boca Juniors Cruz Azul
2000Boca Juniors Palmeiras
1999Palmeiras Deportivo Cali
1998Vasco da Gama Barcelona
1997Cruzeiro Sporting Cristal
1996River Plate América de Cali
1995Grêmio Atlético Nacional
1994Vélez Sársfield São Paulo
1993São Paulo Universidad Católica
1992São Paulo Newell's Old Boys
1991Colo-Colo Olimpia
1990Olímpia Barcelona
1989Atlético Nacional Olímpia
1988Nacional Newell's Old Boys
1987Peñarol América de Cali
1986River Plate América de Cali
1985Argentinos Juniors América de Cali
1984Independiente Grêmio
1983Grêmio Peñarol
1982Peñarol Cobreloa
1981Flamengo Cobreloa
1980Nacional Internacional
1979Olímpia Boca Juniors
1978Boca Juniors  Deportivo Cali
1977Boca Juniors Cruzeiro
1976Cruzeiro River Plate
1975Independiente Unión Española
1974Independiente São Paulo
1973Independiente Colo-Colo
1972Independiente Universitário
1971Nacional Estudiantes
1970Estudiantes Peñarol
1969Estudiantes Nacional
1968Estudiantes Palmeiras
1967Racing Nacional
1966Peñarol River Plate
1965Independiente Peñarol
1964Independiente Nacional
1963Santos Boca Juniors
1962Santos Peñarol
1961Peñarol Palmeiras
1960Peñarol  Olímpia

Participações de brasileiros na Libertadores

Grêmio, Palmeiras e São Paulo são os três clubes brasileiros com mais participações na Copa Libertadores da América, com 19 participações cada um. Por outro lado, 28 clubes brasileiros já disputaram a competição. Confira a lista completa de participações de clubes brasileiros na Libertadores:

ClubeParticipaçõesAnos
 Grêmio191982, 1983, 1984, 1990, 1995, 1996, 1997, 1998, 2002, 2003, 2007, 2009, 2011, 2013, 2014, 2016, 2017, 2018 e 2019
 Palmeiras191961, 1968, 1971, 1973, 1974, 1979, 1994, 1995, 1999, 2000, 2001, 2005, 2006, 2009, 2013, 2016, 2017, 2018 e 2019
 São Paulo191972, 1974, 1978, 1982, 1987, 1992, 1993, 1994, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2013, 2015, 2016 e 2019
 Cruzeiro171967, 1975, 1976, 1977, 1994, 1997, 1998, 2001, 2004, 2008, 2009, 2010, 2011, 2014, 2015, 2018 e 2019
 Flamengo151981, 1982, 1983, 1984, 1991, 1993, 2002, 2007, 2008, 2010, 2012, 2014, 2017, 2018 e 2019
 Corinthians141977, 1991, 1996, 1999, 2000, 2003, 2006, 2010, 2011, 2012, 2013, 2015, 2016 e 2018
 Santos141962, 1963, 1964, 1965, 1984, 2003, 2004, 2005, 2007, 2008, 2011, 2012, 2017 e 2018
 Internacional121976, 1977, 1980, 1989, 1993, 2006, 2007, 2010, 2011, 2012, 2015 e 2019
 Atlético Mineiro101972, 1978, 1981, 2000, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017 e 2019
 Vasco da Gama91975, 1980, 1985, 1990, 1998, 1999, 2001, 2012 e 2018
 Athletico Paranaense62000, 2002, 2005, 2014, 2017 e 2019
 Fluminense61971, 1985, 2008, 2011, 2012 e 2013
 Botafogo51963, 1973, 1996, 2014 e 2017
 Bahia31960, 1964 e 1989
 Guarani31979, 1987 e 1988
 São Caetano32001, 2002 e 2004
 Chapecoense22017 e 2018
 Coritiba21986 e 2004
 Sport21988 e 2009
 Bangu11986
 Criciúma11992
 Goiás12006
 Juventude12000
 Náutico11968
 Paraná12007
 Paulista12006
 Paysandu12003
 Santo André12005

Os 10 brasileiros com mais gols em Copa Libertadores

#1 Luizão – 29 gols

 O centroavante Luizão marcou um total de 29 gols jogando por quatro clubes brasileiros: Vasco, São Paulo, Corinthians e Grêmio. E foi campeão em duas oportunidades: em 1998 pelo Vasca da Gama e em 2005 pelo São Paulo.

#2 Palhinha – 25 gols

Um dos grandes nomes da história do Cruzeiro, marcou 25 gols, todos com a camisa cruzeirense, com quem conquistou também o título de 1976.

#3 Célio Taveira – 22 gols

Célio Taveira é um brasileiro que se consagrou pelo Nacional do Uruguai, onde marcou 22 gols em Copas Libertadores.

#4 Jairzinho – 21 gols

Jairzinho disputou a Copa Libertadores com as camisas do Cruzeiro, onde foi campeão em 1976, Botafogo e Jorge Wilstermann, da Bolívia. Marcou no total 21 gols.

#5 Guilherme – 19 gols

O atacante Guilherme marcou 19 gols em Copa Libertadores, vestindo 4 camisas diferentes: Atlético Mineiro, Grêmio, Cruzeiro e Vasco.

#6 Tita – 18 gols

Tita marcou 18 gols e conquistou dois títulos, com o Flamengo em 1981 e o Grêmio em 1983. Também disputou a Copa Libertadores com a camisa do Vasco.  

#7 Marcelinho Carioca – 18 gols

Marcelinho marcou 18 gols com as camisas das duas maiores torcidas do Brasil: Corinthians e Flamengo.

#8 Ricardo Oliveira – 19 gols

Primeiro jogador da lista ainda em atividade, o centroavante do Atletico Mineiro marcou 19 gols na Libertadores, com as camisas de Santos, São Paulo e do Galo.

#9 Fred – 18 gols

Segundo jogador da lista ainda em atividade e também atuando em Minas Gerais, o centroavante Fred tem 18 gols pela Libertadores, jogando com as camisas do Cruzeiro, seu clube atual, Atletico Mineiro e Fluminense.

#10 Pelé – 17 gols

O maior jogador de todos os tempos, fica na 10ª posição de nossa lista, com 17 gols marcados, todos pelo Santos, onde foi bicampeão da América, em 1962 e 1963.

Leia também: Análise Libertadores 2019

Times brasileiros inesquecíveis

Santos 1962/63

Os mais saudosos poderão afirmar que o Santos de Pelé de 62 e 63 foi talvez o maior time de todos os tempos. Foi o primeiro clube brasileiro a conquistar um titulo sul americano e foi o time que revelou Pelé ao mundo.

Time Santos campeão libertadores 1962

Time base do Santos 1962/63: Gylmar, Lima (Carlos Alberto Torres), Mauro, Calvet e Dalmo; Zito e Dorval; Mengalvio (Clodoaldo), Coutinho, Pelé e Pepe (Edu). Técnicos: Lula e Antoninho

Flamengo 1981

O Flamengo de 1981 foi base da seleção de 1982, que para muitos foi uma das melhores seleções de todos os tempos, apesar de não ter vencido a Copa do Mundo. Aquele Flamengo de Raul, Junior, Nunes, Adílio, Zico e companhia, não apenas conquistou a América como encantou o mundo.

Nunes Flamengo Libertadores 1981

Time base do Flamengo 1981: Raul, Leandro, Figueiredo, Mozer e Júnior; Andrade, Adílio, Zico e Tita; Nunes e Baroninho Treinador: Paulo César Carpegiani

São Paulo 1992/93

O São Paulo de Telê Santana conquistou duas Libertadores em sequência e também dois mundiais de clubes. Comandado por Zetti, Cafu, Raí e Muller, o tricolor paulista marcou história na competição.

Time Base do São Paulo 1992/93: Zetti; Cafu (Vitor), Antônio Carlos (Válber), Ronaldão e Ivan; Adilson (Dinho), Pintado e Raí; Müller (Macedo), Palhinha e Elivélton. Técnico: Telê Santana.

Grêmio 1995

O Grêmio de Felipão em 1995 foi o mais puro reflexo da história do clube. Um time combativo, viril e copeiro. Com Paulo Nunes e Jardel no melhor momento das suas carreiras, fizeram história no Grêmio e na Libertadores.

Paulo Numes e Jardel libertadores 1995

Time Base do Grêmio em 1995: Danrlei, Arce, Adilson, Rivarola e Roger; Dinho, Goiano, Carlos Miguel e Arílson; Paulo Nunes e Jardel. Técnico: Felipão.

Cruzeiro 1997

Uma campanha com 7 vitórias, 6 derrotas e 1 empate, 15 gols marcados, 12 gols sofridos e 52% de aproveitamento. Campanha mediana, certo? O torcedor cruzeirense dirá que não. Essa foi a campanha do Cruzeiro campeão da Libertadores em 1997, sob o comando de Paulo Autori. A raposa teve dificuldades na fase de grupos e precisou dos pênaltis para avançar nas oitavas e na semifinal, mas terminou conquistando a sua segunda Copa Libertadores ao vencer o Sporting Cristal na final.  

cruzeiro campeao libertadores 1996

Time base Cruzeiro 1997: Dida, Vitor, Gottardo, Gelson Baresi e Nonato; Fabinho, Ricardinho, Palhinha e Donizette; Marcelo Ramos e Elivelton.

Vasco 1998

Em 1998, o Vasco de Antonio Lopes conquistou o mais importante título do clube carioca até hoje, a Copa Libertadores da América. Para conquistar a façanha, o Vasco precisou eliminar o atual campeão Cruzeiro, o copeiro Grêmio e o poderoso River Plate, até chegar a decisão contra o surpreendente Barcelona de Guayaquil.

Time vasco campeao libertadores 1998

Time base do Vasco 1998: Carlos Germano, Vagner, Odvan, Mauro Galvão e Luisinho; Felipe, Nasa, Juninho Pernambucano e Pedrinho; Luizão e Donizete. Treinador: Antonio Lopes.

Palmeiras 1999

O Palmeiras de 1999 jamais será esquecido pelo torcedor palmeirense e pelo futebol brasileiro. Sob o comando de Felipão, o verdão conquistou a sua primeira Copa Libertadores, superando o atual campeão Vasco da Gama nas oitavas, o arquirrival Corinthians nas quartas de final e um grande do futebol sul americano nas semifinais, o River Plate, com direito a goleada por 3 x 0 no time argentino. O time de Scolari foi uma perfeita harmonia entre qualidade e malandragem, técnica e sangue frio. Na final, superou o colombiano Deportivo Cali nos pênaltis.

Time Base do Palmeiras 1999: Marcos, Arce, Junior Baiano, Roque Junior e Junior; Cesar Sampaio, Rogerio, Zinho e Alex; Paulo Nunes e Oseias. Treinador: Felipão.

Internacional 2006

O Internacional de Abel Braga conquistou a América jogando um futebol aguerrido no modelo 3-5-2. Sob o comando de Fernandão o colorado gaúcho conquistou a América pela primeira vez de maneira inquestionável, superando o São Paulo na final.

Fernandao levanta a taça de campeao da libertadores em 2006

Time Base do Internacional 2006: Clemer, Índio, Fabiano Eller e Bolívar; Ceará, Edinho, Alex; Tinga e Jorge Wagner; Rafael Sobis (Rentería) e Fernandão. Treinador Abel Braga

Corinthians 2012

Foi uma grande conquista. O Corinthians foi campeão invicto da Libertadores em 2012 e o título ainda teve direito a eliminação do arquirrival Santos na semifinal e a vitória contra o poderoso Boca Juniors na decisão.

Time Base do Corinthians 2012: Cassio, Alessandro (Edenílson), Chicão, Leandro Castán, Fabio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Alex; Jorge Henrique e Emerson Sheik. Treinador Tite

Atlético Mineiro 2013

Sob a liderança de Ronaldinho Gaúcho, o galo mineiro conquistou em 2013 o titulo mais importante da sua história. Com o lema de “Eu acredito”, a torcida do Atlético Mineiro empurrou o time e fez do Horto o alçapão dos seus adversários.

Ronaldinho com taça da libertadores 2013 pelo Atletico Mineiro

Time base do Atlético Mineiro 2013: Victor, Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Richarlyson; Pierre, Josué e Ronaldinho Gaúcho; Tardeli, Bernard (Luan) e Jô. Treinador: Cuca

Finais históricas da Libertadores

River Plate 3 x 1 Boca Juniors – 2018

O maior clássico do futebol sul americano e talvez do planeta, decidiu a Copa Libertadores de 2018. Com direito a polêmica e suspensão de jogo no Monumental de Nuñez e consequente realização da final em Madrid na Espanha. Com 2 gols na prorrogação, o River Plate ficou com o título.

Data: 9 de dezembro de 2018 (Domingo)
Local: Estádio Santiago Bernabéu, em Madri (Espanha)
Público: 62.282 pagantes
Árbitro: Andres Cunha (Uruguai)
Assistentes: Nicolás Tarán (Uruguai) e Mauricio Espinosa (Uruguai)
Cartões amarelos: Ponzio, Fernández, Maidana (River); Pablo Pérez, Barrios (Boca)
Cartão vermelho: Barrios (Boca)
Gols: Benedetto (Boca), aos 43 minutos do primeiro tempo. Lucas Pratto (River), aos 23 minutos do segundo tempo. Quintero (River), aos três, e Pity Martínez (River), aos 16 minutos do segundo tempo da prorrogação.

River Plate: Armani; Montiel (Mayada), Maidana, Pinola e Casco; Fernández (Zuculini), Ponzio (Quintero), Enzo Pérez e Palacios (Álvarez); “Pity” Martínez e Pratto. Técnico: Marcelo Gallardo

Boca Juniors: Andrada; Buffarini (Tevez), Izquierdoz, Magallán e Olaza; Nández, Wilmar Barrios e Pablo Pérez (Gago); Pavón, Villa (Jara) e Benedetto (Ábila). Técnico: Guillermo Barros Schelotto

Fluminense (1) 2 x 1 (3) LDU de Quito – 2008

O torcedor do Fluminense com certeza jamais esquecerá essa final. E não se trata de uma boa lembrança. O time carioca nunca esteve tão próximo de conquistar a América, saiu perdendo e chegou a uma grande virada frente a LDU em um maracanã lotado, mas viu o sonho ir embora nas cobranças de penalidades. Por outro lado, a LDU seria o primeiro – e único – equatoriano campeão da Libertadores da América.

Data: 2 de Julho de 2008
Local: Mário Filho “Maracanã”, no Rio de Janeiro/RJ
Público: 78.918 pagantes (Total: 86.027)
Árbitro: Hector Baldassi (Argentina)
Assistentes: Ricardo Casas (Argentina) e Hernan Maidana (Argentina)
Cartões amarelos: Claudio Bieler, Enrique Vera, José Cevallos e Joffre Guerrón (LDU); Cícero  e Thiago Silva (Fluminense)
Cartão vermelho: Luis Alberto (Fluminense)
Gols: Luis Bolaños aos 5 do 1T, Thiago Neves aos 11 do 1T, Thiago Neves aos 12 do 2T.

Pênaltis LDU: Patricio (acertou), Jairo Campos (perdeu), Franklin Salas (acertou) e Jofre Guerron (acertou).

Pênaltis Fluminense: Darío Conca (perdeu), Thiago Neves (perdeu), Cícero (acertou) e Washington (perdeu)

Once Caldas (2) 1 x 1 (0)  Boca Juniors – 2004

O modesto Once Caldas da Colômbia é, provavelmente, o mais surpreendente campeão da história da Libertadores. O clube colombiano mostrou a América que é possível sonhar na mais importante competição do continente e venceu o poderoso Boca Juniors na cobrança de pênaltis em final histórica na cidade de Manizales, na Colômbia.

Data: 01 de Julho de 2004
Local: Palogrande de Manizales, na Colômbia
Público: 43.000 pessoas
Árbitro: Carlos Chandía (Chile)
Assistentes: Cristian Julio (Chile) e Rodrigo González (Chile)
Cartões amarelos: Dairo Moreno, Edwin García e Wílmer Ortegón (Once Caldas) e Fabián Vargas (Boca Juniors)
Cartão vermelho: Nenhum
Gols: John Viáfara (Once Caldas) aos 7 do 1T e Nicolás Burdisso (Boca Juniors) aos 7 do 2T

Pênaltis Once Caldas: Valentierra (perdeu), Soto (acertou), Wilmer Ortegón  (perdeu) e Agudelo (acertou) .

Pênaltis Boca Juniors: Schiavi (perdeu), Cascini (perdeu), Burdisso (perdeu) e Cangele (perdeu).  

Once Caldas: Juan Carlos Henao, Miguel Rojas, Samuel Vanegas, Edgar Cataño, Edwin García (Wílmer Ortegón); Rubén Darío Velásquez, John Viáfara, Elkin Soto e Dairo Moreno (Jefrey Díaz); Arnulfo Valentierra e Herly Alcázar (Jorge Agudelo). Treinador: Luis Fernando Montoya.

Boca Juniors: Roberto Abbondanzieri, Luis Amaranto Perea, Rolando Schiavi, Nicolás Burdisso, Clemente Rodríguez; Javier Villarreal, Raúl Cascini, Fabián Vargas, Diego Cagna (Miguel Caneo); Franco Cángele e Carlos Tévez. Treinador: Carlos Bianchi

São Paulo 4 x 0 Athlético Paranaense  – 2005

A final de 2005 foi a primeira da história entre dois clubes de um mesmo país. E de clubes brasileiros para reforçar a força do nosso futebol. O São Paulo enfrentou o surpreendente Furacão paranaense e ficou com o título, com uma goleada no Morumbi.

Data: 14 de Julho de 2005
Local: Morumbi, São Paulo
Público: 71.986
Árbitro: Horacio Elizondo (ARG)
Cartões amarelos: Fabão, Danilo e Diego Lugano (São Paulo) e Cocito, André Rocha, Fabrício e Evandro (Athlético)
Cartão vermelho: Nenhum
Gols: Amoroso aos 17 do 1T, Fabão, aos 26 do 2T, Luizão aos 8 min do 2T, e Diego Tardeli aos44 do 2T

São Paulo: Rogério Ceni, Fabão, Lugano, Alex e Cicinho; Mineiro, Josué, Danilo e Júnior (Fábio Santos); Amoroso (Diego Tardelli) e Luizão (Souza). Treinador: Paulo Autuori

Athletico Paranaense: Diego, Jancarlos, Danilo, Durval e Marcão (Rodrigo); Cocito, André Rocha (Alan Bahia), Evandro e Fabrício; Lima (Fernandinho) e Aloísio. Treinador: Antonio Lopes.

Santos 2 x 1 Peñarol – 2011

Santos e Peñarol fizeram em 2011 a reedição da final de 1962, quando um clube brasileiro trouxe ao país o primeiro título sul americano. E em 2001, novamente deu Santos. Com gols de Neymar e Danilo, o peixe da Vila conquistou a sua terceira Copa Libertadores.

Data: 23 de Junho de 2011
Local: Pacaembu, São Paulo – SP
Público: 31.500 pessoas
Árbitro: Sérgio Pezzota
Assistentes: Ricardo Casas e Herman Maidana
Cartões amarelos: Neymar e Zé Eduardo (Santos), González, Corujo e Freitas (Peñarol)
Cartão vermelho: Nenhum
Gols: Neymar (Santos) a 1 min do 2T, Danilo (Santos) aos 23 do 2T e Durval (Santos, contra) aos 34 do 2T.

Santos: Rafael, Danilo, Edu Dracena, Durval, Leo (Alex Sandro); Adriano, Arouca, Elano, Paulo Henrique Ganso (Pará); Neymar e Zé Eduardo. Treinador: Muricy Ramalho.

Peñarol: Sebastián Sosa, Alejandro González (Emiliano Albín e depois Fabián Estoyanoff), Carlos Valdez, Guillermo Rodríguez, Darío Rodríguez; Matías Corujo, Luis Aguiar, Nicolás Freitas, Matías Mier (Jonathan Urretaviscaya); Alejandro Martinuccio e Juan Manuel Olivera. Treinador: Diego Aguirre.

Grêmio 2 x 1 Peñarol – 1983

O Grêmio conquistaria a América pela primeira vez em 1983 ao encarar o poderoso e multicampeão Peñarol na decisão. Em partida com grande atuação de Renato Portaluppi e gols de Caio e César, o Grêmio seria o primeiro clube do sul do país a conquistar o titulo mais importante do continente.

Data: 28 de Julho de 1983
Local: Estádio Olímpico Monumental, Porto Alegre – RS
Público: 73.093 pessoas
Árbitro: Edison Pérez (Peru)
Assistentes: Enrique Labo Revoredo  (Peru) e Carlos Montalvan (Peru)
Cartões amarelos: Paulo Roberto, Tita e Renato Portaluppi (Grêmio) e Walter Oliveira, Mario Saralegui e Venancio Ramos (Peñarol)
Cartão vermelho: Renato Portaluppi (Grêmio) e Venancio Ramos (Peñarol)
Gols: Caio (Grêmio) aos 10 do 1T, Morena (Peñarol) aos 25 do 2T e César (Grêmio) aos 27 do 2T.

Grêmio: Mazaropi, Paulo Roberto, Baidek, Hugo De León e Casemiro; China, Osvaldo e Tita; Renato, Tarciso e Caio (César). Treinador: Valdir Espinosa.

Peñarol: Gustavo Fernandéz, Nestor Montelongo, Walter Oliveira, Nelson Gutiérrez e Victor Digo Silva; Miguel Bossio, Mario Saralegui, José Luis Zalazar e Venancio Ramos; Fernando Morena e Walkir Silva (Miguel Peirano). Treinador: Hugo Bagnulo.

Cruzeiro 3 x 2 River Plate – 1976

A final de 1976 ficaria marcada na história não apenas pelo primeiro título do Cruzeiro na competição. Mas também pelo inusitado gol de Joãozinho, aos 42 minutos do segundo tempo, que daria o título ao clube mineiro. O jogo estava 2 x 2, o Cruzeiro tinha uma falta para cobrar e em campo estava seu principal batedor, o lateral Nelinho. Nelinho ajeitou a bola e tomou distância para a cobrança. E eis que surge o irresponsável Joãozinho, que de maneira surpreendente ”rouba” a cobrança de Nelinho e com um chute certeiro, coloca a bola no ângulo marcando o gol que daria o título para a raposa.

Local: Estádio Nacional de Chile, Santiago (Campo Neutro)
Público: 35.182 pessoas
Data: 30 de julho de 1976
Árbitro: Alberto Martínez (Chile)
Assistentes: José Martínez Bazan (Uruguai) e César Orozco (Peru)
Cartões amarelos: Héctor Artico e Reinaldo Merlo (River) e  Darci Menezes (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Norberto Alonso (River) e Ronaldo Drummond (Cruzeiro).
Gols: Nelinho (Cruzeiro) aos 24 do 1T, Eduardo Amorim  (Cruzeiro) aos 10 do 2T, Oscar Más aos 13 do 2T, Alberto Urquiza  (River) aos 17 do 2T e Joãozinho aos 42 do 2T.

Cruzeiro: Raul, Nelinho, Morais, Darci Menezes e Piazza (Waldo); Vanderlei, Eduardo Amorim, Zé Carlos e Palhinha; Ronaldo Drummond e Joãozinho. Técnico:  Zezé Moreira

River Plate: Luis Landaburu, Pablo Comelles, Daniel Lonardi, Hector Artico e Alejandro Sabella; Alberto Urquiza, Reinaldo Merlo, Norberto Alonso e Leopoldo Luque; Pedro González e Oscar Más (Daniel Crespo). Técnico: Ángel Labruna.

Curiosidades da Taça Libertadores

Único tetracampeão – O Independiente da Argentina, é até hoje o único clube a ser 4 vezes consecutivas campeão da Libertadores, entre 1972 e 1975.

Três vices seguidos – o América de Cali detém um recorde negativo, o de ser 3 vezes seguidas vice campeão da Libertadores, nos anos de 1985 a 1987. Na Colômbia, acredita-se que o motivo seja a “maldição de Garabato”, um ex-jogador e dirigente que amaldiçoou o clube em 1948, dizendo que o América jamais seria campeão.

25 campeões – a competição até o momento tem 25 campeões diferentes de 7 países da América do Sul. Apenas Bolívia, Peru e Venezuela jamais tiveram um clube campeão da Copa Libertadores. O México que participou das edições de 1998 a 2016 também nunca venceu a competição.  

Campeões como jogador e como técnico – até hoje, 8 profissionais conseguiram a façanha de ter conquistas como jogador e como técnico. São 5 argentinos, 1 peruano, 1 uruguaio e apenas 1 brasileiro. São eles:

  • Luis Cubilla (Peru) – três vezes campeão como jogador pelo Peñarol em 1960 e 1961 e Nacional em 1971 e duas vezes como treinador pelo Olímpia do Paraguai em 1979 e 1990.
  • Roberto Ferreiro (Argentina) – duas vezes campeão como jogador em 1964 e 1965 e campeão como treinador em 1974, todos pelo Independiente da Argentina.
  • Humberto Maschio (Argentina) – campeão como jogador pelo Racing em 1967 e como treinador pelo rival Independiente em 1973.
  • Juan Martin Mujica (Uruguai) – campeão como jogador em 1971 e como treinador em 1980, ambos pelo Nacional do Uruguai.
  • José Omar Pastoriza (Argentina) – campeão como jogador em 1972 e como treinador em 1984, ambos pelo Independiente da Argentina.
  • Nery Alberto Pumpido (Argentina) – o ex-goleiro da seleção argentina foi campeão da Libertadores como jogador pelo River Plate em 1986 e como treinador pelo Olímpia do Paraguai em 2002.
  • Marcelo Gallardo (Argentina) – campeão em 1986 como jogador e duas vezes campeão como treinador em 2015 e 2018, todos pelo River Plate.
  • Renato Gaúcho (Brasil) – campeão como jogador em 1983 e como técnico em 2017, ambos pelo Grêmio.

O primeiro jogo – o primeiro jogo da Copa Libertadores aconteceu no dia 19 de Abril de 1960, entre Peñarol e Jorge Wilstermann e o jogo terminou 7 x 1 para o clube uruguaio.

O primeiro gol – o primeiro gol da competição foi marcado pelo uruguaio Carlos Borges, do Peñarol.

Carlos Bianchi – o treinador argentino Carlos Bianchi é o técnico com mais títulos da Libertadores, com 4 no total, conquistados nos anos de 1994 pelo Velez Sarsfield e depois em 2000, 2001 e 2003, todos pelo Boca Juniors.

Alberto Spencer – O jogador equatoriano Alberto Spencer, é disparado o maior artilheiro da história da Libertadores. Jogando pelo Barcelona de Guayquil marcou 6 gols e jogando pelo Peñarol marcou impressionantes 48 gols, com um total de 54 gols marcados na competição.

Recorde de público – a final da Libertadores de 1997 entre Cruzeiro e  Sporting Cristal, no Mineirão, é até hoje a dona do recorde histórico de público com 106 mil torcedores.

Finais de clubes de um mesmo país – a primeira final com clubes de um mesmo país aconteceu em 2005 entre São Paulo e Athlético Paranaense. Uma final brasileira se repetiu no ano seguinte entre São Paulo e Internacional. A terceira final entre equipes de um mesmo país aconteceu em 2018, com o clássico argentino Boca Juniors e River Plate.

Regulamento da Copa Libertadores

A Copa Libertadores é disputada em 8 fases. Todas as fases, exceto a final, são disputadas com dois jogos, um de ida e um de volta, em cada país dos clubes participantes.

De um total de 47 equipes classificadas para a competição, 6 ingressam na fase 1, 13 na fase 2 e 28 diretamente a fase de grupos. Entenda o funcionamento de cada uma destas fases:

Fase 1 – 6 clubes disputam esta fase, sendo eles equipes da Bolívia (1), Equador (1), Paraguai (1), Peru (1), Uruguai (1) e Venezuela (1). Os confrontos das Fases 1, 2 e 3 são definidos na mesma cerimônia de sorteio.

Fase 2 – as 3 equipes classificadas da Fase 1 se juntam a outras 13 equipes que ingressam diretamente a esse fase. Os clubes que ingressam nessa etapa da competição são do Brasil (2), Colômbia (2), Chile (2) e 1 equipe de cada uma outras 7 associações (Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai, Venezuela). Após jogos de ida e volta, 8 clubes avançam a Fase 3.

Fase 3 – Na fase 3, as 8 equipes classificadas se enfrentam e os  confrontos já estão determinados no sorteio da Fase 1, como mencionado. Os jogos são em forma de ida e volta e os 4 classificados, avançam a fase de grupos.

Fase de grupos – as 4 equipes classificadas na segunda fase se juntam a outras 28 equipes classificadas diretamente a fase de grupos. As 28 equipes vem do Brasil (5), Argentina (5) e 2 clubes de cada uma das outras 8 associações da Conmebol (Bolívia, Equador, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela), além dos campeões do ano anterior da Copa Libertadores e da Copa Sul Americana. As 32 equipes são divididas através de sorteio, em 8 grupos de 4 equipes cada um, onde após jogos de ida e volta dentro dos mesmos grupos, os 2 primeiros de cada grupo avançam a fase de oitavas e os terceiros colocados disputam a Copa Sul Americana.

Oitavas de Final – os 16 classificados da fase de grupos são divididos em 2 potes para o sorteio dos confrontos das oitavas de final. No pote 1 ficam as equipes que obtiveram o 1º lugar nos seus grupos e no pote 2 as equipes que ficaram na 2ª colocação da sua chave. Os confrontos ocorrem em dois jogos, sendo que o segundo e decisivo jogo ocorre na casa da equipe que tiver a melhor campanha na fase de grupos. Este critério de mando de campo também é válido para as fases seguintes da competição.

Quartas-de-final – os confrontos das quartas de final em diante, já são determinados no sorteio das oitavas de final, não sendo realizado novo sorteio nas fases seguintes. Os confrontos das oitavas são ordenados por letras, começando da letra A até a letra H e os confrontos das quartas de final são:

A x H (o vencedor será o S1, ou, Semifinalista 1)
B x G (o vencedor será o S2, ou, Semifinalista 2)
C x F (o vencedor será o S3, ou, Semifinalista 3)
D x G (o vencedor será o S4, ou, Semifinalista 4)

Semifinal – os 4 vencedores dos confrontos de quartas de final também já tem seus confrontos determinados pela tabela a partir do sorteio das oitavas de final, não sendo realizado, portanto, novo sorteio. Os confrontos semifinais são:

S1 x S4 (o vencedor será o F1, ou, Finalista 1)
S2 x S3 (o vencedor será o F2, ou, Finalista 2)

Final – a partir do ano de 2019, a grande final da Copa Libertadores será disputada em jogo único, com o enfrentamento do Finalista 1 e Finalista 2 em sede a ser definida prévio ao inicio da competição.

O regulamento completo da Libertadores pode ser baixado no site da Conmebol através do link: Regulamento Libertadores da América

Vagas por país na Taça Libertadores     

Atualmente, a Copa Libertadores disponibiliza 47 vagas, sendo que 45 estão previamente distribuídas entre os 10 países federados a Conmebol e outras 2 vagas adicionais são dadas ao campeão da Copa Libertadores e ao campeão da Copa Sul Americana do ano anterior.

A Conmebol não interfere na forma como cada país seleciona os clubes que ocuparão as vagas as quais tem direito na competição. Cada federação é autônoma para a determinação dos critérios e regras para a representação de seu país no torneio. Os campeões da Copa Libertadores e da Copa Sul Americana são vagas adicionais ao país do clube campeão e não “consomem” uma das vagas já atribuídas a esse país na competição.

As vagas para a Copa Libertadores da América estão atualmente assim distribuídas:

Brasil (7 vagas) – Fase de Grupos (5 vagas) + Fase 2 (2 vagas)
Argentina (6 vagas) – Fase de Grupos (5 vagas) + Fase 2 (1 vaga)
Chile (4 vagas) – Fase de Grupos (2 vagas) + Fase 2 (2 vagas)
Colômbia (4 vagas) – Fase de Grupos (2 vagas) + Fase 2 (2 vagas)
Uruguai (4 vagas) – Fase de Grupos (2 vagas) + Fase 2 (1 vaga) + Fase 1 (1 vaga)
Equador (4 vagas) – Fase de Grupos (2 vagas) + Fase 2 (1 vaga) + Fase 1 (1 vaga)
Paraguai (4 vagas) – Fase de Grupos (2 vagas) + Fase 2 (1 vaga) + Fase 1 (1 vaga)
Peru (4 vagas) – Fase de Grupos (2 vagas) + Fase 2 (1 vaga) + Fase 1 (1 vaga)
Bolívia (4 vagas) – Fase de Grupos (2 vagas) + Fase 2 (1 vaga) + Fase 1 (1 vaga)
Venezuela (4 vagas) – Fase de Grupos (2 vagas) + Fase 2 (1 vaga) + Fase 1 (1 vaga)
Campeão da Copa Libertadores – vaga direta na fase de grupos
Campeão da Copa Sul Americana – vaga direta na fase de grupos

Total de 47 vagas, 28 diretas a fase de grupos, 13 na fase 2 e 6 na Fase 1.

 

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